quarta-feira, 25 de abril de 2012

Inscrições da IX SECIAG

As inscrições da IX SECIAG já podem ser realizadas com a comissão de inscrição, representada por Karen do 6º Periodo de Agronomia.

As inscrições estão sendo realizadas com tamanha antecedência para que os interessados possam dividir o valor da inscrição e se tornar acessível o pagamento.

Maiores informações procurar Karen ou Professor Roberli, na Sala de Coordenação.



IX Semana de Ciências Agrárias

“A Universidade Estadual de Goiás conceitua a Extensão Universitária como o processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa, de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre a universidade e a sociedade, cuja relação estabelece o fluxo de troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, que tem como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade, com a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade. Além de instrumentalizadora desse processo dialético de teoria/prática/ reflexão/prática, a Extensão Universitária é um trabalho interdisciplinar que favorece a visão integrada de todas as dimensões da sociedade.”
Em comunhão com a ideologia acima proposta pela Universidade Estadual de Goiás através da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis representantes acadêmicos responsáveis pela organização da Semana de Ciências Agrárias de Ipameri solicitam junto a esse órgão auxilio para a realização do mesmo.
Tendo em vista que a Semana de Ciências Agrárias (Seciag) é um projeto de extensão, pesquisa e cultura que leva e divulga o nome da Universidade Estadual de Goiás, como ferramenta transformadora e desenvolvedora do Estado de Goiás; nós acadêmicos responsáveis por organizar tal evento achamos imprescindível o seu apoio e a sua colaboração com a proposta. Dessa forma, nós acadêmicos, universidade e sociedade podemos juntos proporcionar a comunidade goiana acesso a informação e conhecimento didático e técnico para utilização no cotidiano.



Quando ocorrera a IX Semana de Ciências Agrárias?
O evento será realizado de 18 á 22 de setembro de 2012, com atividades na manhã, tarde e noite.


Onde ocorrera a IX Semana de Ciências Agrárias?
As atividades serão realizadas no Salão Diocesano e na Universidade Estadual de Goiás.


Quem é meu contato para negociar uma parceria?
Lailla Rafaella Mendes Roncato (laillaroncato@hotmail.com)
Cleiton da Silva Oliveira (cleitoncso@live.com)
Roberli Ribeiro Guimarães (roberlirg@hotmail.com)

Publico alvo
Participarão da Seciag: representantes das Universidades, faculdades e núcleos de pesquisas do Estado de Goiás, alunos de graduação, pós-graduação, professores, pesquisadores e profissionais da área de agrárias e áreas afins, a comunidade empresarial, produtores rurais e assentados.

Dentre as universidades potencialmente participantes destaca-e:
IFG- Instituto Federais de Educação e Ciências e Tecnologia Campos Morrinhos e Urutai, CESUC- Centro de Ensino Superior de Catalão; UNICALDAS- Faculdade de Caldas Novas e UEG UnU Pires do Rio.


Atividades Previstas
Diversas atividades estão previstas para possibilitar um ambiente propicio a troca de ideias, desenvolvimento de pensamento crítico acerca das temáticas atuais, busca de soluções a problemas comuns e o desenvolvimento de parcerias em diversos níveis. Para atingir os objetivos traçados, o evento desenvolvera as seguintes atividades: cerimônia e palestra de abertura; sessão técnica de apresentação oral de trabalhos; minicuros, palestras e apresentações artísticas.

Aos patrocinadores interessados em fazer parte desse evento:
Cotas
Valores
Benefícios
Cota bronze
Mínimo de
150,00 R$
+logo na área de parcerias do site do evento;
+logo nos folders do evento (tiragem mínima=500) e cartaz;
+livre acesso para distribuição de panfletos durante o evento;

Cota prata
Mínimo de
300,00 R$
+logo na área de parcerias do site do evento;
+logo nos folders do evento (tiragem mínima=500) e cartaz;
+livre acesso para distribuição de panfletos durante o evento;
+inclusão de ate 3 brindes/matérias promocionais no kit do participantes;
+divulgação da logomarca em telões nos intervalos do evento;
Cota ouro
Mínimo de
500,00 R$
+todos os benefícios prata;
+horário na programação do evento para palestra;
+exposição de painel da empresa (responsabilidade da empresa);
+logo na camiseta do evento;
Cota diamante
Mínimo de
800,00 R$
+todos os benefícios prata;
+horário na programação do evento para palestra;
+exposição de painel da empresa (responsabilidade da empresa;)
+logo na camiseta do evento;
+logo da empresa em todas as paginas do site de evento;
+exclusividade
Cota coffee break
Mínimo de 600,00 R$
+oferecimento do coffe break por dia ( manhã e tarde)
+painel da empresa e placas nas mesas
+logo na área de parceiros do site do evento

domingo, 15 de abril de 2012

II SIMATEF SOROCABA UFSCAR‏

http://www.ecoflorestal.net46.net/SIMATEFt/index.html

I Congresso Brasileiro de Eucalipto

O Estado do Espírito Santo sedia o I Congresso Brasileiro de Eucalipto em maio próximo, com o tema central: Multiuso da Madeira

sexta, 16 de março de 2012

O Estado do Espírito Santo sedia o I Congresso Brasileiro de Eucalipto em maio próximo, com o tema central: “Multiuso da Madeira”. O evento ocorrerá em Vitória-ES entre os dias 23 e 25 de maio, com expectativa de 400 participantes. O Congresso tende a ser um marco e está sendo promovido pelo Centro de Desenvolvimento do Agronegócio – Cedagro, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper e a Secretaria de Estado da Agricultura do Espírito Santo – SEAG

Dados relevantes do setor florestal indicam que a área plantada de eucalipto cresceu num ritmo de 6,6% ao ano, entre 2005-2010, e o Norte do ES e Sul da Bahia possuem uma das maiores produtividades do mundo.


Nos últimos anos, o setor florestal, baseado em florestas plantadas vem ganhando reconhecimento pela sua importância e contribuição ao desenvolvimento econômico, social e ambiental do país. As plantações florestais têm promovido mudanças em economias regionais e locais, o que tem provocado o aumento das oportunidades de trabalho e o aquecimento da economia, além de propiciar a melhoria da qualidade ambiental.


O Brasil possui condições naturais muito favoráveis para o plantio de eucalipto, que aliado ao desenvolvimento tecnológico avançado, diversidade de plantas industriais e outros fatores como, facilidade de acesso marítimo e mão-de-obra qualificada, desenvolveu um setor de silvicultura de produção, altamente competitivo. A produtividade de madeira alcançada no Brasil chega a ser 10 vezes superior à observada nos países líderes do mercado, e alimentam uma cadeia de produção, industrialização e comercialização de grande importância para o país, envolvendo os segmentos de celulose e papel, siderurgia a carvão vegetal, geração de energia, móveis e madeira sólida para construção civil rural e urbana, acomodação de cargas, entre outros.



O estado do Espírito Santo acompanha a evolução do setor florestal, possuindo atualmente cerca de 250 mil ha de eucalipto, correspondente a 10% da área agrícola estadual, utilizados para os diversos fins (celulose, fabricação de móveis, artefatos para construção civil, carvão, acomodação de cargas, entre outros), que movimentam R$ 5 bilhões/ano, equivalentes a 25% do PIB e 55% do valor das exportações do agronegócio, e geram 80 mil empregos diretos e indiretos.


Assim, realizaremos este evento no sentido de discutir e sugerir alternativas que removam os principais obstáculos ao desenvolvimento desse setor, bem como mostrar os avanços tecnológicos e científicos e analisar os cenários prospectivos do complexo florestal brasileiro.


Estão disponíveis no site www.congressoeucalipto.com.br informações completas sobre o evento.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Reunião de Projetos UEG - UnU Ipameri

Ocorrerá nessa segunda-feira, dia 09 de abril de 2012 as 19:00h no auditório da UEG - UnU - Ipameri a reunião para discussão dos projetos que serão enviados a PrP ness processo de seleção de bolsas.

O encontro será coordenado pelo Professor Marcelo Zucchi e Professora Mirley, afim de orientar sobre as inovações desse edital.

É de extrema importância que os pesquisadores acadêmicos se façam presente nessa, para ficarem a par das novidades.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Núcleo de Estudos Ambientais

Recomeçará nessa Segunda Feira dia 09 de abril as atividades do NEA.

A equipe responsável do NEA juntamente com o Centro Acadêmico de Engenharia Florestal realizam a indexação do NEA como atividade do CAEF.

O resultado de tal parceria é que todos os encontros contaram com certificados emitidos pelo CAEF.

O tema para essa semana será a Biotecnologia como Ferramenta na Preservação dos Recursos Vegetais. Essa discussão será orientada pelo acadêmico Cleiton da Silva Oliveira do curso de Engenharia Florestal.

A nova proposta para o NEA, é que os encontros sejam discussões para a formulação de pensamentos críticos mediado por docentes e também acadêmicos da própria UnU, com temáticas atuais para a solidificação de um pensamento crítico; proporcionando a comunidade acadêmica capacidade de debate.

Cronograma de Possíveis Palestras e Condutores do Núcleo de Estudos Ambientais
Data Palestra Condutor
09.04.12 A Biotecnologia na Preservação dos Recursos Genéticos Vegetais – Levantamentos Florísticos Cleiton da Silva Oliveira
16.04.12 Importância da Microfauna na Floresta & Utilização de Microorganismos na Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados Lucas Emanuel Nunes Gonçalves
23.04.12 Educação Ambiental Mirley
30.04.12 Avaliação de Impacto Ambiental Edinaldo Cândido
07.05.12 Importância dos Insetos na Floresta Denise Alves da Silva
14.05.12 Fundamentos de Recuperação Ecossistemas Florestais Degradados Marcos Coutinho
21.05.12 Sistema Agroflorestal Artur de Paula
28.05.12 Conservação de Recursos Hídricos Glaucia de Mello Pelá
04. 06.12 Potencial Medicinal e Econômico de Plantas do Cerrado Angélica Daiane Lemos do Prado
11.06.12 Extensão Rural e Conservação do Meio Ambiente Roberli Ribeiro Guimarães
18.06.12 Agricultura Familiar e Sustentabilidade Laila Roncato
Visita a Serra de Caldas (Vitor Baretto)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Trote UEG - Ipameri 2012/1







d
p

Exercitando o carpo. Polichinelo no seu quadrado.


Juramento de eterna submissão e respeito aos seus veteranos.

domingo, 4 de março de 2012

Folder Engenharia Florestal

Download: http://www.4shared.com/office/qCpDR6mz/folder_engenharia_florestal.html

Carta ao Reitor da UEG por parte dos acadêmicos da UnU Ipameri

Magnífico Reitor da Universidade Estadual de Goiás, Haroldo Reimer;

É com enorme satisfação que o recebemos em nossa Unidade Universitária, Seja Muito Bem Vindo e que está visita possa se repetir.

“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.”

“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.”

Caríssimo Reitor não poderíamos deixar essa oportunidade de salientar sobre alguns pontos de enorme relevância e necessidade que os acadêmicos dessa UnU possuem. Em detrimento das perspectivas atuais, sentimo-nos em déficits quando em comparação com outras instituições de ensino. E por isso a nossa Universidade, tida pelo seu idealizador como a ferramenta que desenvolve o Estado, está sempre em segundo lugar para quaisquer ingressantes na rede de ensino público. Há muito já estamos abandonados, e temos que tentar fazer com o mínimo que nos é dado. É tão pouco o que é destinado a nossa enorme faculdade, que somente nesse período do ano realiza mais de 20 colações de grau somente em alguns finais de semana.

As burocracias acadêmicas que nos cercam se tornam infinitas e as vezes nos entregamos e deixamos de tentar porque simplesmente é dificílimo a conquista do que se almeja. Logo no início desse período de 2012 nos deparamos com a impossibilidade da realização de mais de uma disciplina optativa, fato esse que não ocasionaria nenhum prejuízo a UEG, bem como a nenhum profissional envolvido, nós alunos só estávamos buscando acumular conhecimento tendo em vista o período em que ficamos ociosos na cidade de Ipameri-Go; a qual não tem condições de nos proporcionar estágios na nossa área de atuação.

Também enfrentamos um problema ainda maior do que o anterior, a impossibilidade da realização de algumas disciplinas com núcleos comuns dos cursos ofertados na nossa Unidade Universitária. Entendemos a necessidade para criação de determinada RESOLUÇÃO, só que cada Unidade Universitária possui um quadro diferenciado, com necessidades diferenciadas. A Resolução que chamo atenção fora criada para impossibilitar que alunos aprovados em cursos matutinos, por exemplo, façam disciplinas em outros cursos e em outros períodos do dia. Só que um problema nos surge, um número de alunos na nossa unidade é prejudicada por tais medidas. Pois como os núcleos das disciplinas são comuns não haveria problema em realizá-los quando necessário, por exemplo em choques de horários; cabendo aos acadêmicos a necessidade de Trancar as disciplinas e só realizar a matricula nessas quando ofertadas pelo curso de origem. O sistema Reune por exemplo, das Universidades Federais funciona perfeitamente, é uma alternativa viável, e a UEG, com tal resolução, impossibilita essa alternativa.

Outro ponto que merece atenção é da falta de professores específicos para as áreas de atuação do profissional formado, fato esse que é tentado através das nossas coordenações de curso minimizar os impactos. Mas o ponto é que ficamos prejudicados pois apesar da boa vontade dos profissionais que ministram essas disciplinas, esses não tem capacitação específicas para o fazê-lo.

É sabido que os editais para contratação desses profissionais está no site da própria universidade, a problemática do assunto são os salários oferecidos aos profissionais que virão, visto por mim como uma afronta ao tempo gasto de profissionalização e dificuldades que enfrentaram. O que nós estamos querendo, e de certa forma até exigindo, são aberturas de concursos para essas áreas.

Nós acadêmicos de Engenharia florestal, temos como principal eixo as disciplinas de Dendrometria, Inventário e Manejo Florestal e simplesmente não possuímos profissionais especializados nessas áreas para ministrar as disciplinas. Dentro desse ponto um questionamento nos surge, o ensino que o Estado de Goiás está fornecendo é realmente de qualidade? Os profissionais que UEG dispõem aos mercados todos os anos estão realmente aptos a cumprirem com o oficio pra profissão? Temos bases cientificas pra fazê-lo? A resposta mesmo que triste, mas realista, é uma resposta negativa.

Sabemos das nossas inúmeras limitações, mas quando determinamos prioridades muita coisa é alterada, favorecemos o lado que realmente é necessário ou importa. E será que, para o chefe do Estado, o governador Marconi Perillo a educação é realmente vista como prioridade ou até mesmo necessidade primária da população?

“Os dois mestrados próprios da UEG foram aprovados em 2006. Com a aprovação do Mestrado em Produção Vegetal quebra-se um “jejum” de mais de 5 anos. Logra-se também dar um importante passo no sentido da interiorização da pós-graduação stricto sensu no estado de Goiás”, esclarece o reitor Haroldo Reimer.”

E diante de passo tão importante que nossa Universidade deu diante da sociedade goiana e também a comunidade acadêmica da UnU Ipameri, quais alterações já foram realizadas para receber os mestrandos? Quais alterações foram realizadas na UnU Ipameri para atender as necessidades recentes?

O que estou querendo dizer com este questionamento é que a UnU Ipameri não possui número de salas de aula que concordem com a quantidade de Turmas existentes (12 turmas + mestrandos), atualmente com 7 salas de aula.

Também lembramos dos laboratórios existentes na UnU, esses estão dando suportes as pesquisas aos acadêmicos e mestrandos? Existem laboratórios que nos dêem capacitação prática das aulas vistas em teoria?

Convido o senhor a adentrar e verificar o que atualmente chamamos de auditório. Uma sala normal (um pouco maior que as demais), com carteiras de braço mais antigas que as das salas de aula e cortinas completamente em estado final.

Também evidenciamos a inexistência de gabinetes aos professores, um local específico para receberem os acadêmicos, desenvolver seus estudos, preparar aulas, escrever suas publicações; enfim um ambiente particular a cada docente. Vemos muitos profissionais deixados, e vagantes na unidade por não possuírem um lugar próprio.

Nós, representantes acadêmicos também não possuímos um local próprio. Atualmente a sala que representa os acadêmicos é dividida pelos Centro Acadêmico de Engenharia Florestal, Centro Acadêmico de Agronomia, Diretório Acadêmico e pela Empresa Júnior – SemeiaJr, juntamente com o quadro geral de iluminação, e que por isso, não se pode nem trancar a sala.

Também gostaríamos de pedir que houvesse auxilio financeiro por parte a UEG para a realização das Semanas de Ciências Agrárias. Tendo em vista que esse evento serve para atualizar a comunidade acadêmica bem como a comunidade de Ipameri e região sobre os temas atuais e leva o nome, divulgando a própria UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS.

Também devemos dar atenção especial e primária a nossa biblioteca, que atualmente conta com um número de exemplares insuficientes; com títulos atrasados.

Ambos os cursos ofertado pela UnU Ipameri são bacharéis, portanto é extremamente necessária que a parte prática seja comprida. Para tanto gostaria de pedir sua atenção a essa questão, que houvesse mais empenho da parte financeira da UEG para financiar visitas técnicas, excursões, idas em congressos enfim, aquilo que nos aproximaria com o que de fato realizaremos futuramente. O nosso ônibus não possui condições de realizar viagens de distancias um pouco mais longas, onde os acadêmicos que já enfrentaram a missão passaram grandes sustos.

Um acadêmico fez um posicionamento legal, interessante e aparentemente possível. Tendo em vista a quantidade de salas de aula de nossa Unidade Universitária gostaríamos de solicitar a vossa Magnificência, ares condicionados as salas em questão. Possibilitando assim uma melhoria na qualidade das aulas ministradas, onde o calor proporciona déficit de atenção, ocasiona um entra e sai constante das as. as, pois um ventilador em cada sala de aula não refrigera.

Posso estar sendo sonhador e até com idéias mirabolantes mas segundo Albert Einstein “Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela.”

Peço ao Senhor que após ler essa carta que encaminhe-a ao Governador do Estado para que ele também possa ter contato com as nossas realidades. E uma pergunta a mais encaminho a ele. Se algum Filho ou Filha do governador tivesse interesse por algum curso existente na UEG ele permitiria que ele(a) o fizesse na UEG?

Muitíssimo obrigado pela atenção de vossa Magnificência e aguardo um posicionamento do senhor.

Cleiton da Silva Oliveira

Acadêmico de Engenharia Florestal

Secretário do Centro Acadêmico de Engenharia Florestal

(64) 99596602 - cleitoncso@live.com

sábado, 3 de março de 2012

Kit Bicho oferecido pelo Centro Acadêmico de Engenharia Florestal

Aos interessados procurar Angélica do Prado
Valor: R$ 35,00

Eleições “DAFF”, “CAA” e “CAEF” 2012


Terá início as eleições do Diretório Acadêmico Fernando Filgueira(DAFF), Centro Acadêmico de Agronomia(CAA) e Centro Acadêmico de Engenharia Florestal(CAEF).

O período de inscrição de chapas será do dia 05/03 ao dia 08/03. Para a inscrição é necessário o preenchimento da ficha de inscrição disponível na sala do DAFF e deverá ser entregue à comissão eleitoral.

Será ofertado o prazo de 4(quatro) dias a contar do dia 12/03 para campanha eleitoral, sendo, o ultimo dia destinado a realização de debate dirigido e organizado pela comissão eleitoral.

A votação acontecerá logo no dia 16/03 no período de 08:00 às 18:00 horas, onde, encerrado o prazo de votação, terá início a apuração dos votos e consequente indicação das chapas vencedoras.

Caso não haja concorrência em nenhuma das entidades estudantis, como rege diretrizes presente em estatuto, não será necessário campanha eleitoral e debate, nem votação. A chapa inscrita será eleita.

O DA e os CA’s são órgãos de representação direta do estudante, por isso, participe, movimente-se. Um bom processo eleitoral reflete numa boa gestão!!!

Para maiores informações, a comissão:

"Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo".
.
Florestan Fernandes

Artur de Paula Sousa

Estudante de Engenharia Florestal

Diretor de Movimento Estudantil

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Artigo Publicado por membros da UFG e UEG, dentre os autores está a graduada em agronomia pela UEG Carolina Wisintainer

Supressão de plantas daninhas e produção de sementes de crotálaria, em função de métodos de semeadura

Paulo César TimossiI; Carolina WisintainerII; Bruce James dos SantosIII; Vinícius André PereiraIII; Vladimir Sperandio PortoIII

RESUMO

Espécies de adubos verdes podem suprimir significativamente a infestação de plantas daninhas, por apresentarem crescimento rápido, aumentando a competição interespecífica, principalmente por espaço. Objetivou-se, com esta pesquisa, avaliar métodos de semeadura de Crotalaria juncea L., cultivada na entressafra, sobre a supressão de plantas daninhas e produção de sementes. Adotou-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro tratamentos (semeadura no espaçamento entre linhas de 0,50 m e 0,75 m e a lanço e área sem semeadura - pousio) e três repetições. Aos 50 dias após a semeadura (DAS), foi determinada a densidade e composição específica de plantas daninhas. Para a determinação de massa seca, foram feitas coletas, aos 100 DAS, de plantas daninhas e crotalária e, aos 200 DAS, apenas de plantas daninhas. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey, a 5%. Pôde-se concluir que a presença da crotalária suprimiu o desenvolvimento da comunidade de plantas daninhas, sem apresentar diferenças entre os tratamentos propostos. O mesmo aconteceu com a produtividade de sementes.


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-40632011000400012&lng=pt&nrm=iso

A energia da floresta

Elesier Lima Gonçalves
Diretor Presidente da ArcelorMittal BioFlorestas

026-04

Um dos maiores desafios do nosso século é a geração de energia renovável e sustentável. É reduzir, ou até mesmo eliminar, a dependência do combustível fóssil. Está aí mais uma grande oportunidade para o setor florestal brasileiro.

O Brasil tem destaque no cenário mundial pelo excelente desempenho do setor florestal, resultante das especiais condições edafoclimáticas e pela tecnologia desenvolvida e aplicada. Termos 6.510.693 hectares de florestas plantadas renováveis, dos quais 4.754.000 ha de eucalipto.

O setor responde por 7,5% do PIB e gera 4,7 milhões de empregos. Produtos como madeira, celulose, papel, carvão vegetal, óleos essenciais e energia são gerados para atender às demandas da sociedade. Neste artigo, vamos focar energia.

O desenvolvimento está, historicamente, atrelado à geração de energia, e, aqui, mais uma vez, a floresta pode dar sua contribuição. Os combustíveis fósseis respondem por mais de 80% das fontes de energia mundial.

A demanda por energia é crescente, com destaque para os países em desenvolvimento, mas todo o mundo, hoje, volta os olhos para a energia renovável. Independentemente das regras de mercado, a demanda por energia solar, eólica, de biomassa, dentre outras, será intensificada.

Com essa perspectiva, o setor florestal se destaca com suas claras vantagens competitivas e apresenta papel fundamental na contribuição para a continuidade do desenvolvimento com preservação e sustentabilidade. Apesar de o Brasil apresentar uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, com uso intenso da energia elétrica (hidráulica) e combustíveis renováveis (álcool/biodiesel), o potencial existente para crescer e, a um só tempo, promover redução de emissões de CO2, é expressivo.

Em 2008, segundo o Balanço Energético Nacional, 45% da energia ofertada foi renovável, enquanto a média mundial foi de 13%. Como algumas oportunidades para a indústria de base florestal, podemos citar: 1. Produção de biomassa – madeira para energia, resíduos florestais e pellets; 2. Produção de biocombustíveis; 3. Geração de energia, substituindo combustíveis fósseis; 4. Produção de bioquímicos.

Algumas tecnologias existentes já estão disponíveis em escala comercial; outras em desenvolvimento para estarem disponibilizadas ao mercado em futuro próximo. É percebido pela sociedade a favorabilidade de adoção de energia gerada de forma limpa. Custo/preço - questão de tempo/necessidade. Essa percepção é mais evidente nos EUA e na União Europeia, onde metas de mudança da matriz energética foram estabelecidas contemplando a energia renovável.

Ações diversas nos países estão sendo desenvolvidas na busca de substituição fóssil versus renovável; portanto, não importando a razão, se econômica ou ambiental, os estudos e as pesquisas evoluem para energia hidráulica, solar, eólica, biomassa, dentre outras. A geração de energia base biomassa é, de fato, uma alternativa que faz parte da solução; porém, ainda temos vários desafios a vencer, como:

1. Terras para expansão dos plantios das florestas renováveis;

2. Recursos financeiros a custos compatíveis com a atividade;

3. Desburocratização do setor;

4. Investimentos em P&D;

5. Logística;

6. Eficácia energética;

7. Reciclagem; e

8. Cogeração.


Na empresa ArcelorMittal BioFlorestas, por exemplo, dentro do nosso compromisso com a sustentabilidade, assegurando a preservação ambiental e a geração de benefícios à sociedade, estamos desenvolvendo projeto específico para cogeração de energia, utilizando os gases gerados no processo de produção de carvão vegetal, com uso de 100% de madeira de florestas plantadas renováveis de eucalipto.

Esse projeto é uma parceria com a Cemig, universidades e empresas especializadas. O carvão será utilizado pela ArcelorMittal – na unidade industrial de Juiz de Fora-MG, e os gases, coletados e queimados, passando por turbina especial que fornecerá potência para a geração de energia elétrica.

Serão utilizados, adicionalmente, para queima resíduos de biomassa florestal e finos de carvão. A iniciativa está alinhada às estratégias da ArcelorMittal BioFlorestas e da Cemig – utilização de combustíveis renováveis na geração de energia. Na área de produção de carvão vegetal em MG, estima-se uma capacidade de geração de 125 MW, somente com as seis principais empresas produtoras de carvão vegetal do estado.

Essa potência é equivalente à da Usina Termoelétrica de Igarapé (132 MW) ou à dos Parques Eólicos que a Cemig adquiriu no Ceará (99 MW). Essa tecnologia é inédita e demonstra que é possível gerar energia elétrica de forma limpa e sustentável. É a floresta, mais uma vez, contribuindo para o bem-estar da humanidade; como desde os primórdios da civilização.


Fonte: Revista Opiniões - http://www.revistaopinioes.com.br/cp/materia.php?id=783

Espaçamento adensado

Paulo Sadi Silochi
Diretor de Operações da Aperam Bioenergia

026-03


A demanda crescente de energia elétrica, ocasionada pelo desenvolvimento econômico do País, bem como a necessidade de uso de combustíveis limpos e sustentáveis intensificaram o interesse nas chamadas florestas energéticas. São assim identificadas por possibilitarem alta produção de biomassa em rotações curtas – 3 a 4 anos, contra os 7 anos tradicionais.

As florestas energéticas surgiram na década de 1980 em Minas Gerais. Com o fim dos incentivos fiscais e a crise do petróleo, diversas empresas, ligadas à siderurgia, optaram por trabalhar com espaçamentos adensados, para obterem uma produção de madeira precoce e um menor tempo para retorno do capital empregado no plantio de floresta.

A Acesita Energética, hoje Aperam Bioenergia, naquela época, realizou plantio de 5.000 hectares de florestas adensadas na região do Alto Jequitinhonha-MG. Obteve rendimentos médios, para florestas seminais, de 60 m³/ha/ano, aos 3 anos de idade.

A expectativa da produção foi atingida, mas restou a decepção pela qualidade do carvão vegetal conseguido com a madeira jovem. A densidade do biorredutor ficou abaixo de 180 kg/m³, inviabilizando seu uso em altos fornos. Esse modelo de plantio adensado, para a produção de matéria-prima para o aço, foi então abandonado, após o primeiro corte, ainda na década de 80.

Mais recentemente, em dezembro de 2002, foi implantado um teste de espaçamento de plantio, sob a coordenação do professor Laércio Couto, na região de Itamarandiba-MG, cujo objetivo foi analisar o efeito do espaçamento na produção de biomassa florestal.

O material genético utilizado foi o clone AEC-0601-híbrido de Eucalyptus camaldulensis x Eucalyptus grandis, de propriedade da Aperam Bioenergia.

Os resultados mostraram que, à medida que se aumenta o número de plantas/ha, pela redução do espaçamento, o volume de madeira/ha também aumenta. Porém, a partir de 47 meses, o ganho de produtividade nos plantios adensados é significativamente menor quando comparado com os espaçamentos mais abertos, confirmando a necessidade de se efetuar a colheita precocemente para manter a viabilidade econômica do programa.

Resultado semelhante foi conseguido em experimento feito pela ArcelorMittal BioFlorestas, na Região de Carbonita-MG. As características edafoclimáticas também são similares: bioma cerrado, altitude de 1.000 metros e precipitação média anual de 1.100 mm.

Esses resultados são bem conhecidos na literatura técnica, e o plantio em espaçamentos adensados é, sem dúvida, uma jazida a ser explorada. Os estudos ecofisiológicos de plantio adensado, especialmente para materiais genéticos de alta produtividade, ainda são poucos e precisam ser aprofundados.

Uma vez que já está demonstrado o resultado dos plantios adensados, em termos de produtividade, resta acertar a questão da sustentabilidade nutricional, pois a exportação de nutrientes em florestas de ciclo curto é mais acelerada. Essa barreira, no entanto, será facilmente ultrapassada, pois o Brasil detém tecnologia para tanto.

A produção de energia elétrica a partir do bagaço de cana-de-açúcar é uma realidade no Brasil. O uso de cavaco de madeira para manter a produção de energia elétrica na entressafra da cana é uma saída viável e se poderia dizer até confortável. A floresta energética, sem dúvida, será a fonte complementar a ser agregada.

Outra jazida em Minas Gerais, pronta para ser explorada, é a produção de energia elétrica através do aproveitamento dos gases gerados na carbonização da madeira de eucalipto. Com o aproveitamento da energia desses gases, é possível obter até 1.000 watts por tonelada de carvão produzido.

Uma planta, para produzir energia elétrica a partir da queima dos gases da carbonização, gera também melhoria nas emissões atmosféricas, além de fornecer energia térmica para secagem da madeira a ser carbonizada, aumentando o rendimento da relação madeira/carvão e diminuindo significativamente o custo de produção desse insumo.

A cogeração, nesse caso, aumentará a competitividade da siderurgia a carvão vegetal, reafirmando a capacidade de produção de aço verde, diferencial da competência técnica do setor no Brasil.

A utilização da biomassa na produção de energia elétrica e a adoção de florestas adensadas de ciclo curto, em breve, serão uma realidade que contribuirá para solidificar a liderança tecnológica do País no cultivo de árvores de eucalipto.

Reduzindo os entraves e ampliando a oferta

A energia assume um papel cada vez mais relevante na economia global. Pelo fato de atuar como um fator promotor ou restritivo do desenvolvimento, a disponibilidade de energia estabelece a relação de poder entre as nações. Porém, ao mesmo tempo que a segurança energética se apresenta como uma grande preocupação, os modelos de oferta de energia adotados pelos diversos países ainda representam um enorme desafio na direção de um desenvolvimento global sustentável.

As expectativas atuais indicam que a demanda mundial por energia deverá crescer fortemente nas próximas duas décadas, em grande parte impulsionada pelo crescimento das economias dos países emergentes. Isso significa dizer que todas as formas de energia são necessárias e que a oferta de todos os tipos de energia deverá crescer: renováveis, hidráulica, solar, eólica, fóssil e outras.

Nesse contexto, a participação das fontes renováveis no mix de oferta de energia também terá de crescer, com o apoio decisivo dos instrumentos de política econômica e da pesquisa e inovação tecnológica.

Em um cenário em que a participação das energias renováveis na matriz energética global seja cada vez mais significativa, o futuro da madeira é muito promissor. Afinal de contas, as formas convencionais de energia ainda são inacessíveis para a grande maioria da população mundial e, em muitos países, a madeira ainda é o principal energético. Aliás, é sempre bom lembrar que a madeira é o combustível mais antigo da humanidade.

Ainda hoje, a energia da madeira é responsável por cerca de 7% do total da energia consumida no mundo. Grande parte desse consumo, na forma de lenha e carvão vegetal, destina-se à cocção de alimentos e, portanto, se apresenta como um ingrediente-chave para a segurança alimentar em várias nações.

Contudo, a efetiva contribuição da madeira para a geração de energia é negligenciada mesmo por aqueles que atuam no segmento florestal. Apesar de mais de 55% da produção florestal mundial ser utilizada para o suprimento de energia, as florestas ainda não são devidamente manejadas e aproveitadas com efetividade para esse fim.

Ao contrário, a maior parte dos quase 2 bilhões de metros cúbicos de madeira destinados ao uso energético não têm origem sustentável. São processados de maneira inadequada – com baixa agregação tecnológica e de valor – e convertidos em energia de forma pouco eficiente. Considerando o crescimento populacional e a tendência de aumento da demanda de madeira e seus derivados para energia, torna-se imperativo o aumento da capacidade de oferta de produtos florestais.

Assim, a bioenergia florestal apresenta-se como uma típica oportunidade “ganha-ganha”, pois contribui para a segurança energética, a mitigação das emissões, o estabelecimento de uma economia verde e, fundamentalmente, para a valorização das florestas, aumentando a sua competitividade, e para a ampliação do manejo florestal sustentável em escala mundial para todos os tipos de florestas.

Apesar das crises econômicas e das turbulências dos mercados financeiros, o mundo continua a crescer. O Brasil, com sua economia em boas condições, uma reconhecida aptidão para a produção primária e 60% do seu território cobertos com florestas, deve ampliar vigorosamente os investimentos no setor florestal a fim de se apresentar para o mundo como o maior produtor de bioenergia florestal.

Para tanto, será necessário reduzir os entraves ao manejo florestal – empresarial, comunitário e familiar –, ampliar a oferta de florestas naturais para a produção sustentável e a área de florestas plantadas e agregar tecnologia aos processos produtivos florestais. Além disso, deve-se ajustar o marco legal e institucional federal e prover os incentivos políticos e econômicos necessários para o País alcançar a liderança no mercado global de energia da madeira.

Especificamente, destacam-se os esforços do Governo Federal para disponibilizar milhões de hectares de florestas naturais na Amazônia para a produção sustentável de bens e serviços florestais, por meio da concessão de florestas públicas federais.

Essa política pública inovadora, ainda que recente, tem demonstrado ser muito promissora para o estabelecimento de uma economia de escala de base florestal que privilegie produtos de maior valor agregado, maximizando o aproveitamento do recurso e dos subprodutos ao longo da cadeia produtiva.

Assim, espera-se que essas florestas também sejam parte significativa da solução para a questão energética desse século.


Fonte: Revista Opiniões - http://www.revistaopinioes.com.br/cp/materia.php?id=781