quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Trabalhos Aceitos para Publicação nos Anais da IX Semana de Ciências Agrárias

CIÊNCIAS AGRÁRIAS
AGRONOMIA

1. A DUBAÇÃO NITROGENADA NA CULTURA DO ALHO
BENTO, R.U.; PEREIRA, M.A.M.; SILVA, R.C.D.; PEREIRA, L.V.; GUIMARÃES, J.A.R.; PELÁ, A.
2. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DO ALGODOEIRO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NPK
SILVA, L.R.; SILVA, R.C.D.; PEREIRA, M.A.M.; SILVA, G.E.; BENTO, R.U.; PELÁ, A.
3.      ENRIQUECIMENTO DE SUBSTRATO COM TORTA DE MAMONA E SEU EFEITO EM MUDAS DE BETERRABA
VAZ, C.F.M.; LEAL, M.A.A.
4.      NITROGÊNIO E Azospirillum brasiliense NA CULTURA DO ARROZ DE TERRAS ALTAS
PEREIRA, L.V.; PEREIRA, M.A.M.; GUIMARÃES, J.A.R.; SILVA, R.C.D.; RIBEIRO, M.C.S.; BARRETTO, V.C.M.; PELÁ, A.
5.      NITROGÊNIO E Azospirillum brasiliense NA CULTURA DO MILHO
PEREIRA, M.A.M.; PEREIRA, L.V.; GUIMARÃES, J.A.R.; SILVA, R.C.D.; RIBEIRO, M.C.S.; SIQUEIRA, T.P.; BARRETTO, V.C.M.; PELÁ, A.; FRANCO, C.F.
6.      NPK NA CULTURA DO ALGODOEIRO EM TERRAS DE PRIMEIRO CULTIVO
SILVA, R.C.D.; PEREIRA, M.A.M.; SILVA, L.R.; SILVA, G.E.; BENTO, R.U.; PELÁ, A.
7.      PIGMENTOS FOTOSSINTÉTICOS NA CULTURA DO ALHO EM RAZÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA
PEREIRA, M.A.M.; BENTO, R.U.; SILVA, R.C.D.; PEREIRA, L.V.; GUIMARÃES, J.A.R.; PELÁ, A.
8.      ACÚMULO DE BIOMASSA DE MUDAS DE Jatropha curcas L. SUBMETIDAS AO DÉFICIT HÍDRICO
NEVES, T.G.; TORRES JUNIOR, H.D.; SANTOS, P.G.F.; RIBEIRO, R.P.; MATOS, F.S.
9.      DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE Jatropha curcas L. EM CONDIÇÃO DE DÉFICIT HÍDRICO
TORRES JUNIOR, H.D.; BORGES, L.P..; AMARAL, R.S.;        BORGES, L.F.O.;  MATOS, F.S.
10.  DESENVOLVIMENTO FLORAL DE PLANTAS DE Jatropha curcas L. TRATADAS COM CITOCININA
RIBEIRO, R.P.; TORRES JUNIOR, H.D.; BORGES, L.P.; SANTOS, P.G.F.; MATOS, F.S.
11.  TEOR DE ÓLEO DE SEMENTES DE Jatropha curcas L. TRATADAS COM CITOCININA
BORGES, L.P.; TORRES JUNIOR, H.D.; ROSA, V.R.; RIBEIRO, R.A.; MATOS, F.S.
12.  VIABILIDADE AGRONÔMICA DO CONSÓRCIO ENTRE PINHÃO MANSO E SOJA
SOUZA, A.C.; NEVES, T.G.;  RIBEIRO, M.A.S.; CRUVINEL, C.K.L.; MATOS, F.S.
13.  AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA E SEVERIDADE DA PÚSTULA BACTERIANA EM SOJA CONSORCIADA COM PINHÃO MANSO
LAGO, M.L.S.; TORRES JUNIOR, H.D.; BORGES, L.F.O.; CARVALHO, D.D.C.; MATOS, F.S.
14.  CONIDIA PRODUCTION BY Trichoderma harzianum ON SOLID SUBSTRATE
MILAN, M.D.; BORGES, M.G.F.; LAGO, M.L.S.; MELLO, S.C.M.; CARVALHO D.D.C.
15.  EFEITO DE ÁCIDOS HÚMICOS E ÁCIDOS FÚLVICOS SOBRE INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO COMUM EM CAMPO – MG
GUIMARÃES, M.G.; CARVALHO, D.D.C.; JESUS, E.C.; PELÁ, A.; FREITAS, R.J.



16.  REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE COUVE-FLOR A PODRIDÃO NEGRA DAS CRUCÍFERAS, CAUSADA POR Xanthomonas campestris pv. campestris
SILVA, L.R.; SILVA, R.C.D.; CARDOSO, A.F.; CARVALHO, D.D.C.
17.  VIABILITY OF CONIDIA OF Trichoderma harzianum GROWN ON SOLID SUBSTRATE
BORGES, M.G.F.; MILAN, M.D.; ARAÚJO, M.S.; MELLO, S.C.M.; CARVALHO D.D.C.
18.  AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE COUVE-FLOR NO PERÍODO DE VERÃO, EM IPAMERI, GO
SILVA, R.C.D.; CARDOSO, A.F.; SILVA, L.R.; PEREIRA, M.A.M.; QUEIROZ LUZ, J.M.
19.  DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA CONVENCIONAL EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE DE TRABALHO DO TRATOR
FARIA, A.L.R.; LARA, W.R.A.; SOUZA, M.M.F.; DIAS, E.S.; REIS, L.P.D.; FARIA, R.Q. 
20.  PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE DUAS CULTIVARES DE MILHO EM FUNÇÃO DE DOIS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO
SOUSA, T.R.; CASSIANO, M.V.P.; SILVA NETO, S.P.; FARIA, R.Q.; FIGUEIREDO FILHO, H.G.
21. 

PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE MILHO SAFRA VERÃO EM FUNÇÃO DA INFESTAÇÃO DE CORDA-DE-VIOLA (Ipomoea sp)
SOUSA, T.R.; FARIA, R.Q.; FARIA, A.L.R.; SILVA NETO, S.P.;  FIGUEIREDO FILHO, H.G.
22.  DENSIDADE DE SEMEADURA EM FEIJÃO MUNGO VERDE
PACHECO, J.S.; VAZ, D.C.; PEIXOTO, N.
23.  COMPORTAMENTO DE LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO APLICADAS EM FUNÇÃO DE TANQUES EVAPORÍMETROS DE DIMENSÕES DISTINTAS
RIBEIRO, M.C.; FERNANDES, D.P.E.; MOTA JÚNIOR, A.E.C.; CANTUÁRIO, F.S.; BÔAS, R.L.V.; SALOMÃO, L.C.
24.  METODOLOGIA DE CALIBRAÇÃO DE TANQUES EVAPORÍMETROS DE BAIXO CUSTO EM FUNÇÃO DO Kt PARA ESTIMATIVA DA LÂMINA DE IRRIGAÇÃO
FERNANDES, D.P.E.; MOTA JÚNIOR, A.E.C.; RIBEIRO, M.C.; CANTUÁRIO, F.S.; BÔAS, R.L.V.; SALOMÃO, L.C.
25.  UTILIZAÇÃO DE TANQUES EVAPORÍMETROS PARA O AUXÍLIO AO MANEJO DA IRRIGAÇÃO EM AMBIENTE PROTEGIDO
MOTA JUNIOR, A. E. C.1; FERNANDES, D. P. E.1; RIBEIRO, M. C.1; CANTUARIO, F. S.²;  BOAS, R. L. V. ²; SALOMAO, L. C.³.
26.  AVALIAÇÃO DO GANHO DE PESO EM BOVINOS DA RAÇA NELORE E MESTIÇOS SOB PASTEJO EM MOMBAÇA E DIFERENTES SUPLEMENTOS PROTÉICOS
CALDEIRA, R.C.; DEUS, M.V.B.

RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL

1.      QUALIDADE DE MUDAS DE Eucalyptus urograndis PRODUZIDAS SOB DOIS TIPOS DE SUBSTRATO
GONÇALVES, L.E.N.; OLIVEIRA, C.S.; CONEGLIAN, A.
  1. RESPOSTA DA CAGAITA A CALAGEM
BARROS, S.M.B.; PEREIRA, M.A.M; BARRETO, V.C.M.; FRANCO, C.F.
  1. RESPOSTA DA MANGABA A CALAGEM
BARROS, S.M.B.; PEREIRA, M.A.M.; BARRETO, V.C.M.; FRANCO, C.F.
  1. DESEMPENHO FISIOLOGICO DE MUDAS DE EUCALIPTO TRATADAS COM GIBERELINA
SOUZA, B.R.; LOPES, V.A.; SILVA, D.Z.; MOURA, D.R.; MATOS, F.S.
  1. ADEQUAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOTERAPIA EM SEMENTES DE Bixa orellana
ANJOS, R.A.R.; OLIVEIRA, C.S.; GONÇALVES, L.E.N.; FARIA, R.Q.; BARRETTO, V.C.M.; CONEGLIAN, A.
  1. ANÁLISE COMPARATIVA DOS DIFERENTES TIPOS DE LUMINOSIDADE E IRRIGAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO Schizolobium amazonicum
ROCHA, G.T.; LIMA, F.B.; RODRIGUES, F.
  1. AVALIAÇÃO DA INTERAÇÃO DOS DIFERENTES SISTEMAS DE LUMINOSIDADE E SUBSTRATOS NA ESPÉCIE PARICÁ
ROCHA, G.T.; LIMA, F.B.; RODRIGUES, F.
  1. AVALIAÇÃO DA QUEBRA DE DORMÊNCIA EM SEMENTES DE Schizolobium amazonicum
LIMA, F.B.; ROCHA, G.T.; RODRIGUES, F.
  1. INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SUBSTRATOS E TURNOS DE REGA SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE PARICÁ
LIMA, F.B.; ROCHA, G.T.; RODRIGUES, F.
  1. INCIDÊNCIA DE AGENTES CONTAMINANTES IN VITRO EM SEMENTES DE SUCUPIRA-PRETA COM DIFERENTES GRAUS DE MATURAÇÃO
SILVA, J.F.; OLIVEIRA, C.S.; GONÇALVES, L.E.N.; ARRUDA, A.S.; BARRETTO, V.C.M.; CONEGLIAN, A.
  1. ANÁLISE COMPARATIVA DO USO DA ESTATÍSTICA CLÁSSICA E GEOESTATÍSTICA NA PRODUTIVIDADE DE SERAPILHEIRA EM MATA DE GALERIA NÃO INUNDÁVEL
AQUINO, P.S.R.; RODRIGUES, M.S.; NAPPO, M.E.; SILVA, D.A.; VAZ, C.F.M.
  1. ANÁLISE ESPACIAL DO ACÚMULO DE SERAPILHEIRA EM MATA DE GALERIA NÃO INUNDÁVEL - RESULTADOS PRELIMINARES
AQUINO, P.S.R.; RODRIGUES, M.S.; NAPPO, M.E.; ALMEIDA, I.G.
  1. AVALIAÇÃO DO TEMPO DE QUEIMA E GERAÇÃO DE PRESSÃO DE VAPOR PARA MADEIRA DE CERRADO E Eucalyptus sp EM FORNALHA DE CALDEIRA
INTERAMNENSE, M.T.; GARCIA, A.C.
  1. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL DE UMA SERRARIA EM MINEIROS – GO
INTERAMNENSE, M.T.; MARTINS, F.O.B.


  1. USO DE PRODUTOS ALTERNATIVOS NA PRESERVAÇÃO DA MADEIRA DE Corymbia citriodora (HOOK) HILL & JOHNSON 
INTERAMNENSE, M.T.; VASCONCELOS, W.B.
  1. REGRESSÃO LINEAR SIMPLES EM PROPRIEDADES FÍSICAS DE TRÊS MADEIRAS FLORESTAIS BRASILEIRAS COM BASE COMPARATIVA ENTRE AS NORMAS DA ABNT E COPANT
OLIVEIRA, C.S.; GONÇALVES, L.E.N.; CONEGLIAN, A.

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

1.      ESTUDO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE GOIÁS
PEREIRA, I.M.; RIOS, M.J.; SOUZA, G.W.
  1. FLORÍSTICA E FITOSSOCIOLOGIA DE VOÇOROCAS EM IPAMERI, GOIÁS
COSTA, M.S.; CARVALHO, P.H.R.; PEREIRA, I.M.
  1. MORFOLOGIA DOS FRUTOS DE FLAMBOYANT
VAZ, C.F.M.; AQUINO, P.S.R.; NAPPO, M.E.
  1. CONVERGÊNCIA MORFOLÓGICA DE GALHAS EM UM FRAGMENTO DE CERRADO STRICTO SENSU EM IPAMERI – GO
ZUCCHI, M.R.; PEREIRA, I.M.
  1. RIQUEZA DE FORMIGAS EM PEQUENOS FRAGMENTOS ARBÓREOS NOS ARREDORES DA FAZENDA EXPERIMENTAL DA UEG, UnU IPAMERI – GO ...........................
SILVA, D.A.; SILVA, T.C.; LUIZ, M.F.; ARAÚJO, M.S.
  1. FORMIGAS URBANAS ASSOCIADAS AOS AMBIENTES DE INSTALAÇÃO DOS POSTOS DE ESF (ESTRATEGIA DE SAÚDE DA FAMILIA) DE IPAMERI, GO
SILVA, D.A.; MOTA JUNIOR, A.E.C.; ARAÚJO, M.S.; CARVALHO, D.D.C.
  1. UTILIZAÇÃO DO PEIXE GUARU (Phalloceros caudimaculatus) COMO BIOINDICADOR NA ECOTOXICOLOGIA
FRANÇA, J.B.A.; FARIA, R.Q.; FLEURY, J.C.L.
  1. AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE MANGABEIRA
PRADO, A.D.L.; PEIXOTO, N.; GONÇALVES, P.J.; ALMEIDA, L.M.
  1. CITOTOXIDADE DA MEMBRANA DE LÁTEX DE MANGABEIRA EM CULTURA DE FIBROBLASTOS
ALMEIDA, L.M.; SILVA, J.F.; GRAEFF, C.F.O.; PEIXOTO, N.; MAGNO, L.N.; GONÇALVES, P.J.
  1. LÁTEX DE MANGABEIRA – MATRIZ HOSPEDEIRA DE MATERIAIS LUMINESCENTES
MAGNO, L.N.; ALMEIDA, L.M.; PEIXOTO, N.; MAIA, L.J.Q.; GONÇALVES, P.J.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Término do Prazo para Submissão dos Resumos na IX Seciag

Finalizou ontem, 06 de setembro, o prazo para submissão dos resumos para publicação nos Anais da IX Semana de Ciências Agrárias da Universidade Estadual de Goiás - Unidade Universitária de Ipameri.

Foram recebidos 47 resumos. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

RESUMOS SUBMETIDOS A IX SECIAG


RESUMOS RECEBIDOS PELA COMISSÃO CIENTIFICA DA IX SEMANA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE IPAMERI E SUBMETIDOS A CORREÇÃO E AVALIAÇÃO.


1.      ACÚMULO DE BIOMASSA DE MUDAS DE JATROPHA CURCAS L. SUBMETIDAS AO DÉFICIT HÍDRICO
2.      ADEQUAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOTERAPIA EM SEMENTES DE BIXA ORELLANA.
3.      ADUBAÇÃO NITROGENADA NA CULTURA DO ALHO
4.      ANÁLISE COMPARATIVA DO USO DA ESTATÍSTICA CLÁSSICA E GEOESTATÍSTICA NA PRODUTIVIDADE DE SERAPILHEIRA EM MATA DE GALERIA NÃO INUNDÁVEL
5.      ANÁLISE COMPARATIVA DOS DIFERENTES TIPOS DE LUMINOSIDADE E IRRIGAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO SCHIZOLOBIUM AMAZONICUM
6.      ANÁLISE ESPACIAL DO ACÚMULO DE SERAPILHEIRA EM MATA DE GALERIA NÃO INUNDÁVEL – RESULTADOS PRELIMINARES
7.      AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA E SEVERIDADE DA PÚSTULA BACTERIANA EM SOJA CONSORCIADA COM PINHÃO MANSO
8.      AVALIAÇÃO DA INTERAÇÃO DOS DIFERENTES SISTEMAS DE LUMINOSIDADE E SUSTRATOS NA ESPÉCIE PARICÁ
9.      AVALIAÇÃO DA QUEBRA DE DORMÊNCIA EM SEMENTES DE SCHIZOLOBIUM AMAZONICUM
10.  AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE MANGABEIRA
11.  AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE COUVE-FLOR NO PERÍODO DE VERÃO, EM IPAMERI, GO
12.  CITOTOXIDADE DA MEMBRANA DE LÁTEX DE MANGABEIRA EM CULTURA DE FIBROBLASTOS
13.  COMPORTAMENTO DE LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO APLICADAS EM FUNÇÃO DE TANQUES EVAPORÍMETROS DE DIMENSÕES DISTINTAS
14.  CONIDIA PRODUCTION BY TRICHODERMA HARZIANUM ON SOLID SUBSTRATE
15.  CONIDIA PRODUCTION BY TRICHODERMA HARZIANUM ON SOLID SUBSTRATE
16.  CONVERGÊNCIA MORFOLÓGICA DE GALHAS EM UM FRAGMENTO DE CERRADO STRICTO SENSU EM IPAMERI – GO
17.  CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DO ALGODOEIRO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NPK
18.  DENSIDADE DE SEMEADURA EM FEIJÃO MUNGO VERDE
19.  DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA  CONVENCIONAL  EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE DE TRABALHO DO TRATOR
20.  DESEMPENHO FISIOLOGICO DE MUDAS DE EUCALIPTO TRATADAS COM GIBERELINA
21.  DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE JATROPHA CURCAS L. EM CONDIÇÃO DE DÉFICIT HÍDRICO
22.  DESENVOLVIMENTO FLORAL DE PLANTAS DE JATROPHA CURCAS L. TRATADAS COM CITOCININA
23.  EFEITO DE ÁCIDOS HÚMICO E ÁCIDOS FÚLVICOS SOBRE INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE DE FEIJÃO COMUM EM CAMPO
24.  ENRIQUECIMENTO DE SUBSTRATO COM TORTA DE MAMONA E SEU EFEITO EM MUDAS DE BETERRABA
25.  ESTUDO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE GOIÁS
26.  FLORÍSTICA E FITOSSOCIOLOGIA DE VOÇOROCAS EM IPAMERI, GOIÁS
27.  FORMIGAS EM DIFERENTES ESTRATOS DO MUNICIPIO DE IPAMERI-GO.
28.  INCIDÊNCIA DE AGENTES CONTAMINANTES IN VITRO EM SEMENTES DE SUCUPIRA-PRETA COM DIFERENTES GRAUS DE MATURAÇÃO
29.  INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SUBSTRATOS E TURNOS DE REGA SOB A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE PARICÁ
30.  LÁTEX DE MANGABEIRA – MATRIZ HOSPEDEIRA DE MATERIAIS LUMINESCENTES
31.  METODOLOGIA DE CALIBRAÇÃO DE TANQUES EVAPORÍMETROS DE BAIXO CUSTO EM FUNÇÃO DO KT PARA ESTIMATIVA DA LÂMINA DE IRRIGAÇÃO
32.  MORFOLOGIA DOS FRUTOS DE FLAMBOYANT
33.  NITROGÊNIO E AZOSPIRILLUM BRASILENSE NA CULTURA DO ARROZ DE TERRAS ALTAS
34.  NITROGÊNIO E AZOSPIRILLUM BRASILENSE NA CULTURA DO MILHO
35.  NPK NA CULTURA DO ALGODOEIRO EM TERRAS DE PRIMEIRO CULTIVO
36.  PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE DUAS CULTIVARES DE MILHO EM FUNÇÃO DE DOIS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO
37.  PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE MILHO SAFRA VERÃO EM FUNÇÃO DA INFESTAÇÃO DE CORDA-DE-VIOLA (IPOMOEA SP.). 
38.  PIGMENTOS FOTOSSINTÉTICOS NA CULTURA DO ALHO EM RAZÃO ADUBAÇÃO NITROGENADA
39.  QUALIDADE DE MUDAS DE EUCALYPTUS UROGRANDIS PRODUZIDAS SOB DOIS TIPOS DE SUBSTRATO
40.  REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE COUVE-FLOR A PODRIDÃO NEGRA DAS
41.  REGRESSÃO LINEAR SIMPLES EM PROPRIEDADES FÍSICAS DE TRÊS MADEIRAS FLORESTAIS BRASILEIRA COM BASE COMPARATIVA ENTRE AS NORMAS DA ABNT E COPANT
42.  RESPOSTA DA CAGAITA A CALAGEM
43.  RESPOSTA DA MANGABA A CALAGEM
44.  TEOR DE ÓLEO DE SEMENTES DE JATROPHA CURCAS L. TRATADAS COM CITOCININA
45.  UTILIZAÇÃO DO PEIXE GUARU (PHALLOCEROS CAUDIMACULATUS) COMO BIOINDICADORES NA ECOTOXICOLOGIA
46.  VIABILIDADE AGRONÔMICA DO CONSÓRCIO ENTRE PINHÃO MANSO E SOJA
47.  VIABILITY OF CONIDIA OF TRICHODERMA HARZIANUM GROWN ON SOLID SUBSTRATE

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Normas dos Resumos Simples


Formatação:
Times New Roman 12, margens com 2,5 cm e inferior com 3,5 cm, formato A4.

Título:
Caixa Alta, Negrito e centralizado.

Resumo:
Parágrafo único, máximo de 400 palavras, fonte Times New Roman 12, espaçamento simples e justificado. O trabalho deve ser o mais claro e conciso possível.

Nome dos Participantes:
Os nomes dos participantes devem ser inseridos em caixa alta, centralizado e conforme citações em periódicos (em acordo com o exemplo do resumo) com um número-índice em cada autor e sublinhado-se o autor que apresentará o pôster.

Nota de Rodapé:
As notas de rodapé devem fazer referência a cada número-índice e serão inseridas somente as informações relevantes e o endereço eletrônico (em acordo com o exemplo do resumo).

Palavras-Chave:
Poderão ser inseridas de 3 a 5 palavras e, obrigatoriamente, coniventes com o texto apresentado e não podendo ser semelhante a qualquer palavra citada no título.

Formato do arquivo:
Poderão ser enviados arquivos somente em .doc
Data de entrega:
Os arquivos deverão ser entregues até o dia 06/09, encerrando às 17h30min da data limite.

Número de resumos:
Cada autor terá direito de enviar dois resumos, como primeiro autor, e não havendo limite para as demais posições de autores.

Espaçamentos:
Dois espaços simples entre a linha de referência e o título, um entre o título e os nomes dos participantes e, também, entre os nomes/resumo e resumo/notas de rodapé.
OBs.: OS RESUMOS FORA DAS NORMAS OU ENTREGUE DEPOIS DA DATA LIMITE, SERÃO DESCONSIDERADOS E TRABALHOS COM MAIOR ÊNFASE CIENTÍFICA SERÃO PREMIADOS.

A confirmação de aceitação dos resumos será realizada em até sete dias úteis após o envio. Sendo aceito somente os resumos de pessoas INSCRITAS na VIII Semana de Ciências Agrárias UEG-Ipameri. A apresentação será em Pôster, na qual poderá ter as proporções de 0,9 m de largura x 1,20 m de comprimento.
.
Grato, Comissão Científica.


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

IX Semana de Ciências Agrárias


Nos dias 26 ao dia 29 de SETEMBRO de 2012 a Universidade Estadual de Goiás, sob orientação do Professor Roberli Guimaraes e dos acadêmicos da instituição realizarão a IX Semana de Ciências Agrárias, no município de Ipameri - GO.

E na mesma, convidam alunos de graduação, pós-graduação bem como professores e produtores rurais para prestigiar esse encontro, tornando o nosso evento uma forma de integração e de troca de conhecimentos.

As inscrições já estão sendo realizadas na Universidade - UnU Ipameri com os acadêmicos responsáveis, mais informações pelo telefone: (64) 3491.1556.


As inscrições para submissão de resumos já estão sendo recebidas. A data limite para submissão dos trabalhos é dia 30 de agosto.

Os resumos enviados até a data limite, estarão dentro dos anais da semana com ISSN.

Cumpramos os prazos e favoreçamos o evento realizado para os acadêmicos, técnicos e professores. 

Os resumos devem ser enviados para o endereço: cientifica.ipameri@yahoo.com.br


Participem.

domingo, 12 de agosto de 2012

Oportunidade


O Idesam acaba de abrir seleção para duas vagas para o projeto CAFE: Café em Agrofloresta para o  Fortalecimento da  Economia de baixo carbono em Apuí”.
A descrição das duas vagas (Engenheiro Agrônomo e Técnico) está em nosso site no link: http://www.idesam.org.br/trabalhe_conosco.php
Por favor, divulguem aos possíveis interessados
Grato
Gabriel C. Carrero M.Sc. Ecologia
Coordenador do  Programa de Mudanças Climáticas e Serviços AmbientaisInstituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam)
Tel: (92) 
3308-7360 Skype: gabiruevers


Empresa Contratante: FAO
Ramo da Atividade: Agricultura, Desenvolvimento Sustentável


A FAO trabalha no combate à fome e à pobreza, promove o desenvolvimento agrícola, a melhoria da nutrição, a busca da segurança alimentar e o acesso de todas as pessoas, em todos os momentos, aos alimentos necessários para uma vida saudável.
Reforça a agricultura e o desenvolvimento sustentável, como estratégia a longo prazo, para aumentar a produção e o acesso de todos aos alimentos, ao mesmo tempo em que preserva os recursos naturais.

Dados da Vaga


Elaborar proposta de rotinas e procedimentos das Exposições de Motivos (95793)
Projetos UTF/BRA/064/BRA – Apoio à implementação e ao alcance de resultados da Estratégia Fome Zero.
Objetivo:
  • Sistematizar as Exposições de Motivos emitidas pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEA, com o propósito de subsidiar tecnicamente a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN nas respostas governamentais às demandas e proposições apresentadas.


Pré-Requisitos:
  • Obrigatório: Graduação nas áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais, Ciências Agrárias ou Ciências de Saúde. Desejável: Pós-graduação nas áreas de Ciências Humanas, Sociais, Agrárias e/ou de Saúde (será pontuada a de maior grau).
  • Requisito Obrigatório: Experiência profissional comprovada de, no mínimo, 05 (cinco) anos em execução e implementação de políticas públicas, na área de segurança alimentar e nutricional. Requisito Desejável: Experiência profissional em atividades técnicas de pesquisa na área de segurança alimentar e nutricional.


Responsabilidades:
  • Identificação e classificação dos principais temas contidos em cada Exposição de Motivos (EM) e os órgãos do Governo Federal responsáveis por responder às EMs; Organização do banco de dados com demandas e respostas classificadas.

Tipo de Vaga: Profissional
Perfil Profissional: Ciências Humanas, Ciências Sociais, Ciências Agrárias, Ciências de Saúde
Vagas: 01 vaga
Remuneração Total: Não Informado

terça-feira, 10 de julho de 2012

Plantar Árvores em Rondônia é um Grande Negócio


O seminário “Plantar Árvores em Rondônia é um Grande Negócio”, uma iniciativa do governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e em parceria com a Associação Rondoniense dos Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Arflora) e Associação Rondoniense dos Engenheiros Florestais (Aref), será realizado no auditório da AVEC em Vilhena, nos dias 5, 6 e 7 de Julho, com a presença das principais autoridades e políticos envolvidos na cadeia produtiva do negócio agro-florestal.

O objetivo é apresentar esse novo segmento de mercado, pois Rondônia possui características climáticas e geográficas favoráveis, que refletem de forma positiva na qualidade e precocidade dos plantios, sendo um investimento altamente viável. Hoje, Rondônia é um estado atrativo ao investimento em florestas plantadas com fins comerciais.

Estarão presentes produtores, engenheiros florestais e empresários da cadeia produtiva da madeira. Os palestrantes são autoridades e empresários do mais alto nível, inclusive do exterior, que estarão discorrendo sobre a introdução de Rondônia no cenário brasileiro da floresta plantada. Será abordado também o financiamento ao produtor rural e também a questão tributária.

Em 2011 houve a normatização do setor, que proporcionou um ambiente de otimismo, inclusive com a previsão de mais de 6.500 hectares de novos plantios. O seminário também será prestigiado pelo setor educacional voltado para florestas e meio ambiente, onde estarão presentes alunos de diversos cursos e receberão certificados de participação ao final do evento.

Fonte: portaldoagronegocio.com.br

Agricultura inteligente contra a vulnerabilidade



O agrorreflorestamento surge como uma ferramenta de adaptação e mitigação de mudanças climáticas na América Central, região onde o aquecimento global poderia gerar perdas de 19% do produto interno bruto. “A única alternativa que nos resta é o agrorreflorestamento para adaptar e mitigar as mudanças climáticas”, disse ao Terramérica o diretor-executivo da Associação Coordenadora Indígena e Camponesa de Agrorreflorestamento Comunitário Centro-Americano (Acicafoc), Alberto Chinchilla.
Um encontro paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada entre 20 e 22 deste mês, no Rio de Janeiro, discutiu o conceito desta agricultura climaticamente inteligente, que pode ajudar a reduzir a vulnerabilidade do istmo. Na reunião estiveram presentes ministros, cientistas, técnicos e agricultores.
Um sistema agroflorestal incorpora árvores aos trabalhos agrícolas e agropecuários. Sua prática, acompanhada de pesquisa científica, permite encontrar métodos e tecnologias amigáveis com o meio ambiente, explicou Chincilla. Por exemplo, as árvores permitem recuperar nascentes de água, protegem os cultivos com sua sombra, conservando mais a umidade e mantendo mais frescas as terras de pastagem, o que reduz o estresse de calor do gado. Também podem ser recuperadas espécies nativas ou em extinção e melhorar a segurança alimentar das comunidades.
“O agrorreflorestamento é vincular a agricultura, a produção de alimentos a as árvores. Não podemos seguir com políticas agrícolas com o Ministério da Agricultura separado do Ministério do Meio Ambiente. Temos que harmonizar essas políticas, e que as árvores sejam parte da agricultura”, acrescentou Chincilla.
Os efeitos da mudança climática são as principais ameaças que sofre a região, formada por sete países com uma população de 43 milhões de habitantes, quase a metade deles pobres. A superfície da região tem apenas 27,5% de áreas protegidas. No entanto, possui uma grande biodiversidade, segundo Rigoberto Cuéllar, titular da Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente de Honduras.
Cuéllar apoia a implantação do sistema agroflorestal em seu país. “A mudança climática é um dos aspectos que limitam o desenvolvimento sustentável da região. Estamos apoiando fortemente o agrorreflorestamento e o impulso às atividades produtivas. É preciso definir políticas claras para cruzar ações coordenadas nos países”, destacou.
O PIB centro-americano cresce 5% ao ano, mas estima-se que a região perdeu 1,7 pontos do PIB nas duas últimas décadas, devido aos desastres climáticos. Segundo Chincilla, a prática agroflorestal avançou na última década na região. Os países centro-americanos podem se converter em vanguarda por uma série de projetos promovidos pelo agrorreflorestamento e pela segurança alimentar.
O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola e o Fundo Japonês, por intermédio do Banco Mundial, estão destinando recursos para reforçar sistemas agroflorestais em cultivos de cacau, café, silvopastoris e de reflorestamento. Nos próximos quatro anos serão investidos US$ 10 milhões em agrorreflorestamento comunitário mediante projetos de sócios da Acicafoc. Os beneficiários são membros de comunidades indígenas e camponesas.
O desafio é aliar o conhecimento tradicional com o científico, apontou Chinchilla, acrescentando que a Acicafoc está organizando, junto ao Centro Agronômico Tropical de Pesquisa e Ensino (Catie), um programa de capacitação para reforçar os conhecimentos tradicional e o acadêmico em matéria de sistemas agroflorestais tropicais.
A guatemalteca Associação de Desenvolvimento Produtivo e de Serviços Tikonel é um exemplo de trabalho local com produtos agroflorestais. Seu diretor-executivo, Francisco Xanté Lobos, explicou que a Tikonel atua com 16 comunidades rurais, a maioria maias k’iche’, que cultivam espécies de pinheiro e cipreste, em plantações que conseguiram certificados de selo verde. Também produzem café, macadâmia e cacau, combinados com espécies de madeiras.
“Após 20 anos, vimos que fizemos muitas coisas no desenvolvimento sustentável. Queremos pedir aos governos que apostem mais no desenvolvimento integral para que contribuam para uma melhor qualidade de vida”, afirmou Xanté Lobos ao Terramérica. A Costa Rica é um exemplo de esforço nacional de reflorestamento e pagamento por serviços ambientais. Segundo o ministro do Meio Ambiente, René Castro, a cobertura florestal desse país chegou a ser de apenas 21% do território nacional em 1987, mas em 2010 cerca de 52% estavam recuperados.
“Este ano alcançaremos 4,8 milhões de árvores, uma por habitante. Isto faz parte de um esforço nacional, por meio de um imposto sobre combustíveis”, seguindo a ideia de que “quem contamina paga”, mediante o instrumento de pagamento por serviços ambientais, explicou Castro em sua apresentação. Um programa adicional na Costa Rica está focado no reflorestamento com árvores nativas e em perigo de extinção. “É dado prêmio de 50% do pagamento ao pecuarista ou agricultor que plantar espécies ameaçadas. É um instrumento simples que demonstra que é possível recuperar”, afirmou.


Fonte: http://envolverde.com.br/ambiente/agricultura-inteligente-contra-vulnerabilidade/

sábado, 16 de junho de 2012

Mensagem da Comissão aos Participantes da I Semana de Ciências Florestais


A Comissão Organizadora da I Semana de Ciências Florestais da UEG-Ipameri, agradece a todos pela participação em nosso evento. Foi com muita satisfação que podemos contar com sua presença, enriquecendo e auxiliando na concretização do nosso evento. Esperamos ter colaborado para o seu crescimento pessoal, profissional e técnico. Na tentativa da construção de pessoas capacitadas ao debate e criticamente informadas.

Na oportunidade agradecemos aos palestrantes pela disposição e atenção. Vossas presenças foram imprescindíveis para a realização e êxito da semana.

Também gostaríamos de agradecer ao professor Adilson Pelá (Diretor Educacional dessa Instituição) pela abertura e apoio ofertado para a realização desta proposta. Também a Procemeiam, ao Ministério Público, a SEMARH, a Copebras e a UnB que muito nos auxiliou para essa conquista.

Nossos estimados agradecimentos ao corpo docente da universidade que contribuiu significativamente para o sucesso deste, através dos mais variados auxílios doados.


“Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.
“A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.”
Paulo Freire.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ruralistas elaboram 50 emendas à MP que altera Código Florestal


Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária considera que o médio produtor ficou vulnerável


Deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) elaboraram cerca de 50 emendas à medida provisória (MP) 571/2012, editada pela presidente Dilma Roussef para os 12 vetos do novo Código Florestal Brasileiro. Os parlamentares têm até sexta-feira para apresentá-las.

Presidente da frente, o deputado Moreira Mendes (PSD/RO) disse que vários deputados vão entrar com mandado de segurança contra a MP, por considerarem a medida “uma afronta” e “entendendo que a presidente exorbitou no seu poder”. Ontem, quinta-feira (31/5), ele apresentou no plenário da Câmara um projeto com seis emendas à MP. Segundo ele, em geral, os vetos foram adequados e há alguns ajustes para serem feitos. “Construímos o código que foi possível, mas se você perguntar, nem ambientalistas nem ruralistas estão satisfeitos”, diz Mendes.

Segundo o deputado, alguns parlamentares entendem que a legislação estabelece que assuntos votados no Congresso Nacional não podem ser objeto de medida provisória antes da aceitação ou derrubada do veto presidencial. Após o veto da presidente, o Congresso Nacional tem 30 dias para discutir o assunto. “Vamos ouvir o restante da frente para que se tome uma deliberação a esse respeito”.

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse que ficou surpreso com a MP tratando de matéria derrotada na Câmara dos Deputados e a considerou uma “agressão” ao Congresso. “Ela [a presidente] passa a legislar acima da vontade do Congresso Nacional. Esse que é o ponto sobre o qual queremos entrar com mandado de segurança no sentido de buscar a sustação dos efeitos dessa medida provisória”, disse.

Princípios
Moreira Mendes entende que os pequenos produtores, com propriedades de até 4 módulos fiscais, foram protegidos com os vetos, mas aqueles de tamanho médio – com propriedades que variam de 4 a 10 módulos fiscais – estão muito vulneráveis.
Em uma das seis emendas, o deputado propõe que seja criada uma nova faixa que englobe produtores de 4 a 10 módulos e que no caso da recomposição das matas ciliares tenham que repor 15 metros de vegetação em cada lado dos rios. “Acho que é um bom tamanho”, disse.
O incômodo maior, no entanto, na avaliação de Mendes, é o veto e a mudança do artigo 1 da lei, “que nada mais é que um enunciado do código”, diz. Para ele, a introdução da palavra "princípios" pode gerar ambiguidade. “Digo isso como advogado, a palavra “princípio” dá margem para diferentes interpretações e tudo que os advogados e os juízes buscam são interpretações”, diz.
O texto aprovado na Câmara não continha a palavra “princípios”, que foi introduzida no Senado. Quando o projeto retornou à Câmara, a palavra foi retirada, mas a presidente Dilma retomou o texto do Senado. “Essa palavra aparece umas oito vezes no texto, propus que fosse retirada de três situações, por julgar que poderiam criar interpretações dúbias”, disse.
No texto aprovado na Câmara o artigo 1 dizia: “Esta Lei estabelece normas gerais sobre a proteção da vegetação, dispõe sobre as áreas de Preservação Permanente e as áreas de Reserva Legal, define regras gerais sobre a exploração florestal, o suprimento de matéria-prima florestal, o controle da origem dos produtos florestais e o controle e a prevenção dos incêndios florestais e prevê instrumentos econômicos e financeiros para o alcance de seus objetivos”.
Na medida provisória o texto ficou assim: “Esta Lei estabelece normas gerais com o fundamento central da proteção eu so sustentável das florestas e demais formas de vegetação nativa em harmonia com a promoção do desenvolvimento econômico, atendidos os seguintes princípios:”
Moreira Mendes disse que o assunto Novo Código Florestal precisa ser liquidado, mas devido ao rito da medida provisória, com prazo de 120 dias, o assunto não será resolvido antes do recesso parlamentar. O presidente da FPA disse que a intenção é buscar um texto de conciliação, nem mantendo o atual e nem resgatando a proposta que saiu das discussões na Câmara dos Deputados.


Fonte: revistagloborural.globo.com


Plantio em florestas nativas pode render mais que pecuária


O plantio convencional da seringueira rende uma média de R$ 4.500,00 por hectare por ano

Recuperar áreas desmatadas em São Paulo antes ocupadas pela Mata Atlântica com o plantio de espécies nativas e exóticas pode ser mais rentável do que a atividade pecuária, afirma o diretor-executivo do International Institute for Sustainability (IIS), Bernardo Strassburg. A ideia é que o produtor ganhe com recuperação do solo, venda de árvores e no recebimento por serviços ambientais. Ele explica que estão em desenvolvimento modelos de instalação, produção e comércio para seringueira e palmeira-jussara.

Segundo Strassburg, a intenção é que as espécies possam ser consideradas modelo desse tipo de atividade, que une produção e conservação, pois ambas têm plantio difundido pelo País e podem continuar sendo lucrativas se misturadas com outras espécies da Mata Atlântica.

O plantio convencional da seringueira rende uma média de R$ 4.500,00 por hectare por ano. Com a pecuária, a média é de R$ 100,00 por hectare por ano. "Temos de ver agora que impacto o plantio da seringueira em florestas nativas tem nesse rendimento", diz. Especialistas afirmam que a rentabilidade da seringueira em locais de mata nativa pode chegar a ser a mesma de uma plantação convencional. "Mesmo que caia pela metade ainda é maior do que a da pecuária."

O objetivo é juntar esforços para promover a utilização de florestas nativas para fins comerciais, para que ela seja vista pelos produtores rurais como uma solução rentável, não um problema. Entretanto, especialistas apontam que o desafio principal para o desenvolvimento de um plano de implantação de florestas nativas com fins econômicos é acabar com o gargalo na instalação das florestas, pois mercado para comercializar os produtos já existe.

"Regenerar florestas sai mais caro do que implantar qualquer outro tipo de atividade rural", afirma a representante do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, Maria José Zákia. O preço para a restauração varia de R$ 4.000,00 a R$ 14.000,00 por hectare. O do plantio de eucalipto, por exemplo, é de cerca de R$ 2.500,00 por hectare.


Para Maria, primeiro é necessário investir em tecnologia, metodologia e acesso à informação. "Quem quer plantar eucalipto tem informação fácil. Silvicultura de nativa não pode ser algo só para especialista." Ela diz que o conhecimento sobre essas culturas evitaria o desperdício de recursos. "Quem gastou R$ 14.000,00 para recuperar um hectare com espécie nativa o fez da maneira errada." Para ela, com a disseminação do conhecimento e uso tecnologias mais modernas, é possível reduzir o custo com o plantio de nativas para algo em torno de R$ 4.000,00.

Serviços Ambientais - Mesmo com uma possível redução no custo de implantação das florestas nativas, os valores iniciais continuam sendo elevados. "Nesse primeiro momento, o pagamento de serviços ambientais pode ajudar", diz Maria José.

Segundo Strassburg, cálculos iniciais apontam que, em 2020, o mercado de carbono deverá pagar U$ 25 por tonelada de CO2. Ele afirma que o valor seria suficiente para bancar o custo de restauração da floresta nativa e ainda gerar algum lucro para o proprietário da terra.

Strassburg ressalta que o Brasil, em particular o Estado de São Paulo, tem bastante potencial para crescer em pagamento de serviços ambientais no setor de água e carbono. Para que esse mercado possa ser aproveitado da melhor forma, é importante que o País estude desde já como fazer, instalar e usar da forma mais eficiente possível. Na avaliação de Strassburg, há avanços. "No longo prazo, o mercado de carbono vai acontecer, não vai ter outro caminho. Até 2020 ele vai estar instalado e temos que estar prontos."

Para o representante do IIS, o resultado do proprietário rural com o recebimento por serviços ambientais prestados no plantio de florestas nativas com exóticas é mais atraente no curto e médio prazos. Ele explica que, nos primeiros anos, os recursos são valiosos, mas conforme o produtor começa a cortar árvores para a venda, mesmo que de maneira sustentável, o valor dos serviços vai diminuindo. Por isso, deve ser visto com a função de financiar a transição de áreas rurais desmatadas em áreas recuperadas com florestas nativas.

Fonte: Terra