
domingo, 22 de janeiro de 2012
TRANSFERENCIA - Preenchimento de Vagas 2012

Calendário Acadêmico UEG 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Aprovados No Processo Seletivo 2012/1 UEG
| ALEXSANDRO RIBEIRO SANTOS |
| ANA LUISA ALVES DA SILVA |
| CAIO COUTINHA BASTOS RESENDE |
| DANIEL GUIMARAES VENANCIO |
| ESTELA PÁDUA SILVA |
| JOÃO GUSTAVO DIAS SILVÉRIO |
| JOÃO PEDRO SOUZA DE MELO |
| KÁSSIA MIRYELLE DOS SANTOS |
| LEANDRO TEODORO BUENO LOPES |
| LUCAS DO AMARAL JUNIOR |
| LUCAS GUILHERME GOMES DE OLIVEIRA |
| LUCAS RAMOS CORRÊA |
| LUIS FELIPE SILVA GOMIDE |
| MARCELO MORAIS VIEIRA |
| MARINA GABRIELA MARQUES |
| MATHEUS DE ARAÚJO RIBEIRO |
| MICHAEL WINTER DOS SANTOS |
| NATÁLIA THOMAZELLI |
| PATRÍCIA BERNARDES DOS REIS |
| RICARDO CARVALHO DE MELO |
| RICARDO FELICIO |
| ROGÉRIO BARCELOS BARBOSA PINTO |
| THARSO SOUZA SILVA BRITO |
| VICTOR NAGEL SILVA |
| CAIO HENRIQUE JANUÁRIO CALASSA |
| CAMILA DE OLIVEIRA |
| DIOGO ALVARENGA BRITO |
| ELIZA SILVA NASCIMENTO |
| FELIPE CRISTINO ESTEVES BARRETO |
| FERNANDA LUIZA PEREIRA DE SOUZA |
| GISELIA AGUIAR DA ROCHA |
| HANIELLY CRISTINNY MENDES CARVALHO |
| IAGO ANDRÉ ASSUNÇÃO REZENDE |
| JEANE RABELLO DE SOUZA |
| JOSÉ ROBERTO CARLOS DE OLIVEIRA FILHO |
| JUNIOR SANTANA LUCIO DE ANDRADE |
| LILIANE VIANA MACHADO |
| LUANA MARTINS PIRES |
| LUIS PAULO ALVES SILVA |
| MARCEL SOUSA MARQUES |
| MARCELA AMARAL DE MELO |
| MATHEUS GABRIEL MODESTO DOS SANTOS |
| MATHEUS TOMÉ SILVA WALDEMAR |
| NILIANE PEREIRA CAMPOS |
| RICARDO ROCHA BARBOSA |
| THAIS GABRIELLE BARBOSA MARÇAL |
| THOMAS MARQUES DE MESQUITA |
| WILLIAN SANTOS DUARTE JUNIOR |
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Download dos Resumos e Certificados da VIII Semana de Ciências Agrárias da UEG DE IPAMERI
Os certificados, bem como os resumos apresentados na VIII Semana de Ciências Agrárias da Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Ipameri já estão disponíveis para download no site: http://seciagueg.blogspot.com/
Lembrando que os certificados originais estarão disponíveis na Biblioteca da UEG UnU Ipameri a partir do mês de março.
Para aqueles que precisam deste com urgência é só fazer o download, como também para os demais.
Muito obrigado.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Senado aprova projeto do novo Código Florestal
Com 26 emendas acatadas pelo relator e 60 rejeitadas, a votação do novo Código Florestal foi concluída no fim da noite pelo Senado. O relator, senador Jorge Viana (PT-AC), acolheu 20 emendas de mérito e seis de redação que mudam pouco os contornos gerais do texto que ele defendeu ontem (6) em plenário.
O texto de Viana é polêmico principalmente por conceder anistia aos pequenos produtores rurais que desmataram até 2008 e a possibilidade de os grandes converterem suas multas em ações de reflorestamento.
O relator também fez concessões à agricultura e a pecuária, ampliando de 25 graus (º) para 45º a inclinação máxima dos morros para essas atividades. E ainda permitiu a manutenção das fazendas em beiras de rios.
Entre as emendas acolhidas por Viana, apenas três trazem acréscimos relevantes ao texto. A primeira delas trata de bacias hidrográficas e determina que quando elas estiverem em situação crítica de desmatamento, o governo poderá aumentar o percentual de recuperação das áreas de preservação permanente.
A segunda emenda considerada relevante pelo relator e pelo governo trata de critérios para produção em apicuns – que são vegetações que convivem com os mangues. As atividades produtivas que até então estavam proibidas no texto, passarão a ser permitidas em até 10% da área do apicum na Amazônia e em até 35% em outros biomas.
A terceira emenda permite aos estados que tiverem mais de 65% de suas áreas em unidades de conservação, como terras indígenas ou florestas, reduzir de 80% para 50% a reserva legal que precisa ser mantida pelas propriedades rurais. A necessidade dessa redução, no entanto, precisa ser apontada pelo Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e aprovada pelos conselhos estaduais de meio ambiente.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), votou contra o texto. Para ele, o projeto não colabora com a diminuição da pobreza e, ao contrário, beneficia apenas os grandes produtores rurais. “Está se lembrando muito da comida na mesa dos brasileiros e está se esquecendo de quem põe essa comida lá. Hoje, 73% do que nós comemos vem da agricultura familiar e eu não estou vendo ninguém lembrar desses agricultores”.
Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o novo código aprovado pelo Senado representa um avanço. Ela compareceu ao Senado no fim da votação e admitiu que o governo precisará encontrar uma nova forma de trabalhar para coibir o desmatamento e promover o reflorestamento. “Mais do que fiscalização, ele [o código] promove um maior controle social. Ele prevê, por exemplo, a suspensão do crédito para os produtores que estiverem irregulares com as questões ambientais”, explicou.
O texto segue agora para a Câmara, onde os deputados irão votar se acatam integral ou parcialmente o substitutivo do relator Jorge Viana. Eles podem ainda rejeitar completamente o texto do Senado e retomar o projeto original aprovado na Casa.
Reportagem de Mariana Jungmann, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 07/12/2011
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Aprovação em mestrados 2012/1
Parabenizamos as acadêmicas de Engenharia Florestal da UEG aprovadas para Mestrados Luiza Arlete (UNB) e Sarah Martins Neri (UEG).
Parabéns por mais essa conquista.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Mestrado em Produção Vegetal da UEG já recebe inscrições
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Goiás começa nesta segunda-feira, 12 de dezembro, o período de inscrições ao primeiro edital de chamada pública para o Mestrado em Produção Vegetal que será oferecido pela UEG na Unidade Universitária de Ipameri.
A assinatura do edital aconteceu no último dia 06 de dezembro, em Ipameri, com as presenças do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Harlen Inácio dos Santos, do coordenador de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Haroldo Reimer, e do corpo administrativo e docente da Unidade.
Aprovado pela CAPES o mestrado é uma das grandes realizações da Universidade neste ano de 2011. “A UEG vem obtendo uma série de conquistas nos últimos tempos: bolsas no Programa Ciência sem Fronteiras do CNPq, bons resultados nas provas do ENADE com o consequente aumento do seu conceito institucional no IGC e a aprovação do mestrado são exemplos concretos”, destacou o professor Harlen. Para Haroldo Reimer “a aprovação do Mestrado em Produção Vegetal é uma conquista importante para a UEG e para o processo de interiorização da pós-graduação brasileira”.
O novo mestrado será coordenado pelo professor Nei Peixoto, tendo como vice-coordenadora a professora Luciane Madureira de Almeida. Na ocasião do lançamento do edital ambos destacaram as necessidades de investimento institucional para dar suporte às demandas crescentes na UEG, e na Unidade Universitária, com a expansão da oferta de ensino no nível de pós-graduação stricto sensu.“Assim como os alunos do curso da Unidade tiraram nota 5 no ENADE, vamos levar o programa para a nota 4 na primeira avaliação trienal” afirmou o professor Nei Peixoto.
Harlen Inácio informou durante a reunião que já fez à Pró-Reitoria de Planejamento, Gestão e Finanças, um memorando com solicitações para atender às necessidades iniciais do mestrado, essenciais para o funcionamento do Programa.
O Programa de Mestrado em Produção Vegetal da UEG está oferecendo 6 vagas nesta primeira chamada. O projeto prevê o ingresso anual de 12 mestrandos. As inscrições estarão abertas no período de 12 de dezembro de 2011 a 13 de janeiro de 2012.
Maiores informações podem ser obtidas pelos e-mails mestradopv.ipameri@ueg.brou ppgpv.ipameri@gmail.com ou pelos telefones (64) 3491-1556 ou (64) 3491-5219. Para acessar o edital:http://www.prp.ueg.br/pmpv/edital_mestrado_prod_vegetal.pdf
(Moema Ribeiro)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Agronomia Nota 5 no ENAD
Após a conquista do mestrado em Produção Vegetal, autorizado pela CAPES, nas áreas de Biologia, Biologia Molecular, Fisiologia Vegetal, Estatística, Manejo e Preservação da Natureza, Solos, Microbiologia e Fitopatologia, Fitotecnia, Fitomelhoramento, Tecnologia de Sementes e Hortaliças, Entomologia e Estudos de Sistemas Agrossilvipastoris a Universidade recebe outra conquista importante.
Foi divulgada nessa quinta feira, 17 de novembro de 2011, pelo Instituto De Estudos E Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) as notas do ENAD, que é o exame responsável por avaliar os níveis dos cursos ofertados pelas Instituições de Ensino Superior.
A Universidade Estadual de Goiás, como um todo, recebeu do Índice Geral de Cursos(IGC), um conceito 3, mostrando elevação do nível em relação ao último IGC. Dos seis cursos avaliados, dois tiveram nota 5 e os outros receberam nota 4. As notas do ENAD variam entre 1 e 5.
Dentro do grupo que obtiveram nota 5, destaca-se novamente o curso de AGRONOMIA, ofertado na Unidade Universitária de Ipameri – GO. Isso mostra para a região o nível de formação dos profissionais que a UnU Ipameri libera no mercado ano a ano.
Parabéns a todos os envolvidos nessa conquista, dentre acadêmicos, professores e funcionários administrativos. Que contribuem dia a dia para o perfeito funcionamento dessa máquina.
Ao escolherem um curso a se cursar, não observe se federal, se estadual, ou mesmo particular; observe antes de tudo a conceituação do curso e o que ele poderá te proporcionar.
Download das notas: http://www.4shared.com/document/_IarYoAE/igc_2009.html
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
E os mitos sobre o eucalipto reinam soberanos na Imprensa
Como se fossem verdades eles permeiam textos até no exterior
Com o título "Loeb, o eucalipto francês" o jornalista Paulo Renato Soares, colunista do site Record, de Portugal (www.record.xl.pt), especializado em esportes, mais uma vez comete o erro que a maioria dos órgãos de imprensa - não só no Brasil - mas no mundo, vem cometendo nos últimos anos devido à falta de infomação adequada sobre o eucalipto.
Na texto ele escreve sobre o Mundial de Ralis (WRC) de 2011. Mais exatamente sobre a última prova, disputada nas florestas enlameadas do País de Gales. Paulo fala sobre o piloto francês Sébastien Loeb, de 37 anos, se referindo a ele como um corredor que "pode ser comparado a um eucalipto que vai secando tudo à volta".
Ele prossegue mais à frente fazendo outra comparação com o eucalipto, desta vez se referindo a outro mito, o que fala sobre deserto verde: "Dentro de pouco mais de 2 meses, em Mônaco, começa nova temporada. E cabe aos pilotos regar o terreno. Sob pena de o eucalipto continuar a desertificação".
Em uma discussão sobre o assunto na rede social LinkedIn, mais precisamente no grupo Celulose, Papel, Floresta e Afins, a Bacharel em Administração de Empresas, Iara Santos, levantou esta questão que foi muito bem debatida: A plantação de eucaliptos pode prejudicar os lençóis freáticos?
Não faltaram informações e discussões a respeito, mas uma delas nos chamou a atenção. A postada por Jonas Ortiz, GIS Analyst no Projeto de Integração do São Francisco, que exemplifica bem de onde vem o mito, principalmente porque ele é tão difundido na Europa. Leia:
"A lenda vem de um engano. Tempos atrás usava-se o eucalipto na Europa para drenar pântanos. Mas existe uma grande diferença entre a Europa e o Brasil. Estamos localizados em hemisférios e latitudes bem diferentes o que influencia as estações do ano. Enquanto na Europa o verão é seco, no Brasil é chuvoso, e o maior crescimento vegetativo do eucalipto ocorre justamente na época onde há maior luminosidade e temperatura. Será quando ele usará mais água, ou seja, nessa época ele irá retirar mais água do solo, e no Brasil nesse período a água será abundante, tendo sua capacidade máxima de água disponível no solo, água em excesso. Essa retirada não afetará o balanço hídrico no solo ao contrário do cenário que ocorre na Europa, onde o solo estará com déficit hídrico e portanto, o eucalipto irá consumir água presente em superfície e sub-superficie, mas não as águas presentes nos lençóis freáticos profundos, somente as dos que afloram, lençóis freáticos rasos, já que como muito bem colocado suas raízes não atingem tal profundidade. Simples e Lógico." (SIC)
Jonas cita uma das fontes mais respeitáveis quando o assunto é silvicultura, o pesquisador Celso Foelkel, que, por sua vez, indica o trabalho de Alexandre Bertola, engenheiro florestal da V&M Florestal, sobre os 100 anos do eucalipto no Brasil, que seria muito oportuno ser lido por todos os formadores de opinião deste país: http://tinyurl.com/cw4pqr2
A pergunta que não cala prossegue: quando finalmente vamos ter empresas, instituições e associações voltadas para um melhor esclarecimento da população? O seu comentário abaixo é muito bem vindo.
Fonte: Paulo Cardoso - Painel Florestal
sábado, 12 de novembro de 2011
Cultura do paricá desperta atenção de agricultores e empresas
Árvore cresce rápido e produz madeira de qualidade.
Reflorestamento gera emprego e ajuda manter o que resta de mata nativa.
A região amazônica ocupa quase 40% do território brasileiro. Abriga a maior floresta tropical do planeta com milhares de espécies vegetais e animais. Seu subsolo esconde tesouros de minerais raros e nascentes que formam uma gigantesca reserva de água doce. Apesar de toda essa riqueza, a exploração dos recursos da Amazônia é em grande parte feita de forma primitiva e predatória. É o caso da extração de madeira.
Todo ano são derrubadas cerca de três milhões de árvores na Amazônia. A madeira alimenta um mercado de mais de R$ 4 bilhões, mas só uma pequena parte da extração é feita com autorização dos órgãos ambientais e segue normas de manejo. Grande parte da madeira ainda sai de maneira ilegal, deixando para trás o caminho aberto para o fogo que antecede o plantio do capim usado na criação de gado de corte.
Só que é possível plantar árvores para a produção de madeira. As florestas cultivadas substituem o extrativismo predatório e podem ser usadas também para recuperar a imensa área de pastagens degradas da Amazônia. Há mais de 20 anos pesquisadores da Embrapa coletam sementes e produzem mudas de espécies nobres. O êxito desses projetos, no entanto, esbarra no tempo que é preciso esperar para colher as primeiras árvores.
A maioria inicia a produção de madeira para corte só a partir dos 15 anos de idade, mas uma espécie começa a se destacar por conta do seu rápido crescimento.
É o paricá, a espécie florestal nativa mais cultivada do país. Ele pode ser cortado com cinco anos de idade. Sua madeira é usada na construção civil e na fabricação de móveis. Até agora já foram plantadas 60 milhões de árvores, distribuídas em várias fazendas nos municípios de Paragominas e Dom Eliseu, na região nordeste do Pará.
O reflorestamento gera empregos e também ajuda a manter o que ainda resta de floresta nativa, como explica o engenheiro florestal Alessandro Lechimoski. “Com a utilização do paricá de reflorestamento, cada um hectare usado na indústria deixa de utilizar de 30 a 35 hectares de mata nativa. Isso é um ganho ambiental enorme.”
O paricá é parente do guapuruvu, árvore da floresta atlântica. Seu nome científico é: shizolobium amazonicum. É uma árvore da família das leguminosas que capta nitrogênio do ar e o fixa no solo.
Na mata nativa, o florescimento acontece na época da seca e atrai dezenas de insetos. A árvore fica carregada de flores amarelas que deixam no ar um perfume delicado e doce.
Suas vagens servem de alimento para as araras, principais responsáveis pela dispersão das sementes dele na mata. Macacos e preguiças se alimentam de suas folhas miúdas e também derrubam as sementes maduras no chão. É possível ver dezenas de mudinhas que surgem nas clareiras deixadas pela queda de outras árvores.
Em pleno sol o paricá cresce meio metro por mês nos seus primeiros dois anos de vida. As árvores que atingem a fase adulta se projetam para o céu ocupando o grupo das espécies da mata primária. Suas raízes tabulares do tipo sapopema se entrelaçam, circundando toda a base do tronco.
Apesar da importância do paricá para a região amazônica, o melhoramento genético dessa espécie ainda está engatinhando. Os pesquisadores da Embrapa estão na fase de coleta de sementes para iniciar o trabalho de seleção e melhoramento.
Hoje os pesquisadores consideram o paricá como uma planta semi-domesticada. Suas sementes germinam facilmente e são cultivadas em viveiros irrigados. Em Dom Eliseu a empresa Vale Florestar está pesquisando o paricá partindo dos modelos já desenvolvidos para a cultura do eucalipto.
A floresta de eucalipto é mais uniforme e mais produtiva porque foi plantada com mudas clonadas. Ao contrário do paricá que apresenta árvores finas e grossas e muita variação no crescimento. Para a extração de lâminas de compensado o paricá rende mais porque as árvores são cilíndricas e não têm galhos nos primeiros sete metros do tronco. O eucalipto é cheio de galhos e precisa de poda na época certa para eliminar os nós. Por isso o paricá é hoje a madeira mais cobiçada para a produção de compensado.
Em Dom Eliseu o preço pago pelo metro cúbico do paricá é muito maior que o do eucalipto. Por esta razão os fazendeiros Fernando Pinto e Marcos Tavares estão trocando a pecuária pelo reflorestamento. O plantio tem que ser autorizado pelos órgãos ambientais e o corte também. Eles plantaram 800 mil mudas de paricá numa área de mil hectares.
SECIAG 2011
Aconteceu nessa semana, nos dias 09, 10, 11, e 12 de novembro de 2011, a VIII Semana de Ciências Agrárias da Universidade Estadual de Goiás, Unidade Universitária de Ipameri com a temática “Sustentabilidade desenvolvimento agrário”. O evento fora realizado sob a coordenação do Professor Doutor Fabrício Rodrigues, Professora Luciane Madureira, Márcio Araújo e os acadêmicos da Universidade.
O evento foi constituído pelas palestras: Crédito de Carbono, Agricultura de Precisão, Crédito Rural, Recuperação de Áreas Degradadas e o Código Florestal afim de trazer para a comunidade acadêmica as atualidades; criando nos participantes sensibilidade crítica para julgarem suas atitudes visando o crescimento da economia de uma forma sustentável, que preservasse o meio ambiente.
No seguimento do evento houve a divulgação dos trabalhos realizados pelos acadêmicos e professores da Instituição na forma de pôster e apresentação oral. Dentre as modalidades de exposição dos trabalhos houve premiação para os melhores trabalhos , onde os melhores trabalhos na categorial oral foram: Mylla Crysthyan Ribeiro ( AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE SORGO SUBMETIDOS A DIFERENTES NÍVEIS DE FÓSFORO) e Cleiton da Silva Oliveira (ANÁLISE CROMOSSÔMICA DE PLATHYMENIA RETICULATA BENTH VINHÁTICO), na modalidade pôster os premiados foram: Denise Alves da Silva e Heloisa Maria da Silva Lago.
Informamos que em breve estaremos disponibilizando os resumos para download, bem como a emissão dos certificados. Os resumos estarão disponíveis nesse endereço: http://seciagueg.blogspot.com/p/resumos_07.html
O evento foi finalizado após o termino dos mini-cursos com uma feijoada.
A Comissão Organizadora do Evento agradece a todos que com empenho dedicação e força de vontade fizeram o evento acontecer, e também a todos que prestigiaram o evento.
Nosso muito obrigado, e desde já convidamos para a próxima SECIAG 2012.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Livro CONFEA - Engenharia Florestal
ü A POSTURA CIDADÃ DO ENGENHEIRO FLORESTAL BRASILEIRO
ü Origens e evolução da Engenharia Florestal no Brasil
ü Evolução das Atribuições Profissionais do Engenheiro Florestal
· Antecedentes da Engenharia Florestal como profissão no Brasil
· Evolução das atribuições profissionais do Engenheiro Florestal no Brasil
· Atuais atribuições profissionais do Engenheiro Florestal
· Atividades Profissionais
· Setores dos campos de atuação profissional
· Tópicos dos setores dos campos de atuação profissional
o Geociências Aplicadas para fins Florestais
o Tecnologias para fins Florestais
o Engenharia para fins Florestais
o Meio Ambiente
o Administração e Economia
ü Perfil profissional do Engenheiro Florestal
ü A oferta de vagas nos Cursos de Engenharia Florestal no Brasil em 2009 e projeção de número e localização prioritária para 2020
sábado, 5 de novembro de 2011
Defesas dos Trabalhos de Conclusão de Curso
Já iniciaram as defesas dos Trabalhos De Conclusão De Curso dos acadêmicos de Engenharia Florestal e Agronomia da Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Ipameri. É de suma importância a presença dos demais acadêmicos dessa para que possam prestigiar os colegas como também analisar as apresentações já que também passarão por isso. Quanto mais contato com apresentações, melhores e mais aptos estarão futuramente, pegando as “malícias” de defesa.
Escolha os temas de interesse e compareçam.
